- Maria Salomea dos Santos
- João Misael Tavares Lantyer
- Henrique Dourado Primo
- Solange Durães da Silva Barbosa
Autor: ALIIrece
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Acadêmicos correspondentes
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Poesia Greenpeace – Estácio Dourado

Crédito da foto: Wikimedia commons I
De todas as cores, és a mais bela!
A paz é verde, o mundo deveria ser todo verde
Das ações do Greenpeace, a esperança de tentar
melhorar à terra… e os mares!II
O mares são verdes… ou seriam azuis?!
Só sei que neles vivem as baleias
Que os militantes tentam salvar
Vai John, afunde o barco assassino!III
Aqueles que lutam pela paz nos oceanos
Defendem a vida dos bichos do mar
Todos os seres vivos merecem a vida
Inclusive os bichos homens, algozes de tudo
E muito mais, ainda de si mesmos.IV
Nas terras do nosso planeta cultivamos alimentos
Deviamos plantar sem devastar as florestas
Da forma que se expressa a ganância dos homens
A terra um dia desertificará.
Recomendação: contribua com uma quantia em dinheiro, ao “Grupo Greenpeace”, que luta para que o nosso planeta seja mais saudável. Entre em contato telefônico através do número: 0800.789-2510

Estácio Marques Dourado é Secretário de Relações Institucionais da Academia de Letras de Irecê. Já escreveu e publicou vários livros. É Procurador do Estado, aposentado.
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Poesia Eutanásia – Estácio Dourado

Crédito da foto: Pixabay I
Dói, tudo dói
Já não tenho esperanças
A morte virá, há qualquer instante
Deixe-me ir, irei em pazII
Ajude me a morrer, por favor!
Dói, tudo dói!
Tendes piedades, senhor doutor!
A escolha do meu destino, a mim me pertenceIII
Quero escolher a forma do meu fim
Dê-me um copo de veneno, com mel
Injete me na veia entorpecentes mortiferos, por favor!
Já não aguento mais, passe-me uma caneta
Quero autorizar a minha morte
Pois tudo dói, é melhor partir.IV
Ah!, também quero morrer
Não tenho dores
Apenas não sei onde estou
Não sei quem sou
Por que viver, então?V
Estou em coma, na cama de um hospital
Meu quadro é irreversível, tenho que morrer
Sou um grande estorvo para a minha família
Estou ocupando um leito que outro poderia estar
Tentando a sobrevivência, não tenho esse direito de atrapalharVI
Mate-me!
Não posso expressar isso, pois não existo
Sou apenas um corpo inerte, inútil!
Não ficarei aqui mais vinte anos, vegetando.
Legalizem esse direito, senhores políticos
Eu quero morrer! É meu direito!
Poesia copiada do livro de crônicas e poesias intitulado “O ENTARDECER DE UM HOMEM TRISTE“, do poeta e membro da Academia de Letras de Irecê Estácio Marques Dourado.

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REFUGIADOS – Por Estácio Marques Dourado

Crédito da foto: Pixabay I
Foges da tua pátria – menino, menina!
Foges da terra que te viu nascer
Fogem homens, fogem mulheres!
Idosos, doentes, maltrapilhos, quase mortos!
II
Foges da guerra, foges da fome
Foges para uma Europa hostil
Que não quer lhes abrigar
Não fique aí parado, a insensatez humana irá lhe matar
III
Foges de barco, onde só cabem dez.
Centenas querem o oceano atravessar
Se ficares no seu país, morrerás queimado, baleado!
Não há outro jeito, você tem que arriscar
IV
Morre menino de Aleppo, da Síria
Antes de morrer, deves chorar
Morrem crianças de todo o oriente
Sucumbem, afogam-se, tentando se salvar
V
Refugiados do mundo, procurem um outro planeta.
Este não serve para se habitar!

A poesia REFUGIADOS, de Estácio Marques Dourado, faz parte do livro do autor, intitulado “O Entardecer de um homem triste”. 
Estácio Marques Dourado, membro da Academia
de Letras de Irecê, é autor de outros livros
como, por exemplo, DOCES LEMBRANÇAS DO INTERBA. -
Poema do Ano-Novo Gustavo Dourado Feliz 2022

Imagem: Pixabay/blende12 Poema do Ano-Novo
Gustavo Dourado
Feliz 2022Festival do Ano-Novo
Desde a antiguidade
Na velha Mesopotâmia
Foi grande festividade
Lá nos tempos de criança
Festejei tal novidade